Os números do Sebrae
Entre as empresas abertas de 2021 a 2025, a taxa de sobrevivência em 5 anos foi de:
- 52,5% dos pequenos negócios no Brasil (53,0% na Bahia);
- 41,5% dos MEI;
- 76% das microempresas e empresas de pequeno porte (78,6% na Bahia).
Entre os MEI que fecharam, a mediana de vida foi de menos de 9 meses.
Pouca gente protege o negócio
Uma pesquisa da CNseg com empresários e corretores, publicada em 2025, apontou que só 26,7% dos donos de pequenas empresas contratam algum seguro para o negócio. A amostra é pequena, mas o recado é claro: a maioria opera sem rede de proteção.
Coberturas que mais importam
- Patrimonial: incêndio, danos elétricos, vendaval, roubo de equipamentos e estoque;
- Responsabilidade civil: danos causados a clientes ou terceiros durante a atividade;
- Lucros cessantes: repõe o faturamento enquanto a empresa se recupera de um sinistro coberto;
- Equipamentos e vidros: vitrines, fachadas e máquinas.
Lucros cessantes é a cobertura que paga aluguel, folha e fornecedores enquanto a loja está fechada para reforma depois de um incêndio. Sem ela, o seguro reconstrói o imóvel de uma empresa que já não tem caixa para reabrir.
Contratos novos seguem a Lei 15.040
Desde dezembro de 2025, o seguro empresarial também segue a Lei do Contrato de Seguro: 30 dias para a seguradora analisar o sinistro, 30 dias para pagar e recusa sempre por escrito e motivada. Em sinistros complexos, a SUSEP pode estender o prazo para até 120 dias.
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Fontes consultadas
- Sebrae — Sobrevivência das empresas mercantis brasileiras 2021-2025 (mar/2026)
- CQCS — apenas 26,7% dos empresários contratam seguro (CNseg)
- Lei 15.040/2024 (Lei do Contrato de Seguro)
Informações conferidas em . Regras e valores podem mudar; confirme com um especialista antes de contratar.
